Segunda-feira, 6 de Abril de 2009

Azulejos III


Segunda-feira, 23 de Março de 2009

Causas da Morte de D. João VI

Receber um livro de presente dado pelo seu autor (ou co-autor) é sempre algo especial. Já antes tinha recebido, das mãos de Avelino Rodrigues, Tanegashima, A Ilha da Espingarda Portuguesa, mas no sábado recebi Causas de Morte de D. João VI autografado por um dos seus co-autores - o meu amigo Miguel Baião. Foi uma enorme surpresa saber que o Miguel era co-autor de um livro, ainda por cima um livro de uma área que mais gosto e cujo título é particularmente actual, pois nunca se falou tanto em D. João VI como agora, uma vez que em 2008 comemoraram-se os 200 anos da chegada da família real ao Brasil.

Depois de o ler, aqui deixarei a minha opinião.

Sábado, 14 de Fevereiro de 2009

É tempo de Carnaval

Carnaval de Veneza (14/2/2009)

Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009

Rostos V

Mary K. Jones (à direita), 78 anos, e Ella Crawford, 73, assistem a cerimônia de posse de Obama
Foto: uol.com.br

Segunda-feira, 22 de Dezembro de 2008

Um Santo Natal

Gerard (Gerrit) van Honthorst (1590–1656)
Adoração do menino, 1622
Wallraf-Richartz-Museum, Cologne

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Cada vez mais há pessoas que se servem de Deus em vez de servir Deus. Servem-se de Deus para impôr as suas idéias e aumentar a sua influência na sociedade (entre outras coisas), propagando o medo e o ódio sob uma capa de quem propaga o amor. Fazendo a difusão da "mensagem" como o fazem, levam os outros a crer que são os abençoados, os anjos na terra e que quem não está com eles não está com Deus. Esquecem-se e fazem esquecer que Deus é pai e não juiz, que Deus é amor incondicional e que esse amor não é uma mercadoria para ser transaccionada, mas sim algo de que todos podem (e devem) usufruir.
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Há 2000 mil anos nascia um Homem que veio justamente mostrar ao mundo que Deus é amor e que Dele não devemos ter medo, mas sim confiança. Durante 2000 anos esta mensagem foi tantas vezes subvertida para servir o interesse de determinados grupos. Ao fim de 2000 anos a mensagem do filho de Deus é cada vez mais usada por uns para acentuar a diferença entre eles e os outros de forma a convencerem-se (e a convencerem) que são especiais. Ao fim de 2000 anos a mensagem do filho de Deus está assim cada vez mais esquecida e a necessitar de ser renovada. Que esta quadra que agora atravessamos sirva para reflectirmos e recordarmos a mensagem que Jesus trouxe ao mundo!
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A todos, quer aos que costumam ler este blog, e que se espalham por todo o país e pelos vários continentes, quer aos que nunca o leram, aos que acreditam em Deus (dando-Lhe o nome que Lhe derem), mas também aos que não acreditam, aos que servem Deus, mas também aos que se servem de Deus, um Santo Natal!

Domingo, 21 de Dezembro de 2008

Private...

As vozes não estavam baixas, nós é que estávamos altos...

Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008

1º de Dezembro

Autor: Frans II Pourbus (1569-1622)
Em 1 de Dezembro de 1640 restaurou-se a independência de Portugal, dando-se início à dinastia de Bragança.

Era então vice-rainha de Portugal a Duquesa de Mântua, Margarida de Sabóia, a qual governou Portugal durante 6 anos. A Duquesa de Mântua foi a 12ª e última pessoa a assumir o cargo de vice-rei de Portugal. Após a restauração, a Duquesa regressou a Espanha.

Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008

Exposição “Os anos de exílio da Rainha D. Amélia”


Nascida no exílio, D. Amélia teria também por destino o exílio, depois de ter sido rainha de Portugal durante 19 anos. A última rainha de Portugal, após a implantação da república, viveu alguns anos em Inglaterra e estabelece-se definitivamente no Château de Bellevue, em Chesnay, Versailles.

Durante o período que aí viveu viu, aquando da segunda guerra mundial, a sua residência foi requisitada pelos oficiais alemães, os quais sentem especial prazer em conviver com uma rainha, mesmo que no exílio. Com ela passam a frequentar a missa na igreja de Saint-Antoinne, a mais próxima de casa. Tendo um dia um oficial alemão oferecido o braço a D. Amélia para a acompanhar de regresso a casa, a rainha recusou alegando ter a sua Catarina (nome pela qual designava a sua bengala) que a auxiliava.

O Governo de Portugal acede em receber a Rainha em Portugal dada a situação em que se encontrava, mas a mesma recusa alegando que a França a tinha aceitado na sua desgraça e portanto não podia abandonar a França na desgraça desta. O Governo deligencia então para que os alemães abandonem a residência da rainha e enviam-lhe uma bandeira para ser hasteada lá a fim de tornar aquele território neutro.

Após o fim da guerra, a Rainha toma em Paris um combóio com destino a Lisboa, tal como o fizera há 50 anos, naquela vez para se casar com D. Carlos, desta vez para visitar Portugal, onde permanece mais de um mês, visitando lugares aos quais estava tão ligada, como o panteão dos Bragança, Alcobaça, Batalha, Fátima (apesar de as aparições serem posteriores ao seu exílio), a Pena, Mafra e a Ericeira (de onde tinha partido para o exílio). Segundo a Rainha, veio para matar saudades e afinal levou ainda mais.

Morre em Outubro de 1951, tendo sido transladada para o Mosteiro de São Vicente de Fora, depois de milhares de pessoas lhe prestarem homenagem.

A parte da sua herança não reclamada pelos seus herdeiros e as ofertas que a rainha fizera ao longo da sua vida a pessoas que sempre a serviram está na origem da colecção em que uma parte é agora apresentada na Casa-Museu Anastácio Gonçalves. Objectos pessoais, diários, fotos, roupas, etc., podem ser vistos nesta exposição que nos mostra uma pessoa que tendo sido expulsa de Portugal nunca o esqueceu.

Domingo, 23 de Novembro de 2008

Palácio da Mitra

Foto: Lisboa, um passeio a oriente
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Um dos tópicos mais procurados neste blog, tem sido o Palácio da Mitra.

Este palácio situa-se em Marvila, em terras doadas por D. Afonso Henrique ao bispado de Lisboa, após a conquista da cidade aos mouros, daí advém a denominação - Mitra. No séc. XVIII esta era uma popriedade utilizada pelos prelados para passar os seus tempos de descanso.

O primeiro patriarca de Lisboa - D. Tomás de Almeida - transformou a então casa da quinta aí existente num belo palácio. Este patriarca não se limitou somente a fazer obras na casa, tendo também feito a ordenação de toda a zona envolvente, calcetando a rua e construindo um cais sobre o rio, decorado com dois obeliscos, num cenário tipicamente barroco, onde os bergantins, decorrados a talha dourada acostavam, transportando sua eminência e seu séquito de clérigos opulentos, nas suas vestes púrpuras.

Um dos maiores atractivos do palácio são os seus azulejos que decoram todas as suas paredes e dos quais se podem ver alguns exemplos aqui e aqui.


Após ter saído da posse dos patriarcas, este palácio foi residência privada e posteriormente transformado numa fábrica, tendo sido a sua capela foi destruída. Posteriormente a Câmara Municipal de Lisboa adquiriu-o e restaurou-o, instalando nele o Museu da Cidade. Após este Museu ter-se mudado para o palácio do Campo Grande, este palácio ficou destinado a ser usada em recepções promovidas pela Câmara.

Sábado, 22 de Novembro de 2008

Outros Tempos X (Macau)

Macau - Cadeirinhas do Governador (1905)
in R. Beltrão Coelho, Macau Álbum (1844 - 1974)

Domingo, 26 de Outubro de 2008

Para relembrar... Maya Plisetskaya

Maya Plisetskaya, a "rainha do ar", foi uma bailarina russa conhecida pela amplitude dos seus saltos, pela sua extrema flexibilidade, pela técnica da sua dança e pelo seu carisma. Nascida em 1925, entrou no Teatro Bolshoi com 11 anos. Aos 18 obteve o título de primeira bailarina. Em 1960 tornou-se uma das raras prima ballerina assoluta, sendo considerada por muitos como a melhor bailarina do século XX.

O "Lago dos Cisnes" tornou-se o seu cartão de visita, tendo-o dançado mais de 500 vezes. Em Portugal dançou-o em 1983 (com 58 anos) levando o Coliseu de Recreios ao rubro.

Maya Plisetskaya teve uma longa carreira, continuando a dançar mesmo depois de fazer os 80 anos. Para ela "O bailado deve comover o coração e os sentimentos, tem de deixar uma emoção na alma".


Sábado, 30 de Agosto de 2008

E não há posts...

Não fosse a época balnear e o trabalho e via-me obrigado a cumprir a promessa feita no primeiro post!
(foto retirada da net)
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O mar enrolana areia,
Ninguém sabe o que ele diz,
Bate na areia e desmaia,
Porque se sente feliz

Quinta-feira, 7 de Agosto de 2008

A Corrida do Emigrante

Foto de http://olhares.aeiou.pt/ (Autor: _AMG_)
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Segundo o comentador da TVI, Rui Salvador acabou de lidar "um toiro bastante bom para a comunidade portuguesa".

Quinta-feira, 17 de Julho de 2008

Tenho rugas, pois...

All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true...I was made for you

I climbed across the mountain tops
Swam all across the ocean blue
I crossed all the lines and I broke all the rules
But baby I broke them all for you
Because even when I was flat broke
You made me feel like a million bucks
You do I was made for you

You see the smile that's on my mouth
It's hiding the words that don't come out
And all of my friends who think that I'm blessed
They don't know my head is a mess
No, they don't know who I really am
And they don't know what I've been through like you do
And I was made for you...

Brandi Carlile - The Story lyrics

Domingo, 6 de Julho de 2008

Este blog...

Este blog há muito que não tem posts...
No entanto continua a receber visitas frequentes...
Algumas curiosas...
Por exemplo, recebo algumas visitas de Benavente que gostava de saber quem eram...

Sábado, 31 de Maio de 2008

Igrejas II - Igreja de Santa Catarina

Esta Igreja seiscentista também é conhecida por Igreja dos Paulistas, dado que a Ordem Eremita de São Paulo, no século XIX, nela se acolheu.

A Igreja contém um dos mais ricos conjuntos de talha dourada, destacando-se o grandioso retábulo-mor encomendado em 1727. Apresenta no altar-mor colunas salomónicas sobre mísulas, sustentadas por figuras de anjos, salientando-se ainda toda a pintura no tecto da Igreja.

Retábulo-Mor
Tecto da Capela-Mor

Vista parcial do Coro e Tecto

Altar de Cristo Crucificado, no Coro

Quinta-feira, 1 de Maio de 2008

A Guitarra Portuguesa

O instrumento musical mais típico e popular de Portugal; tem ascendência na velhíssima lira e na cítara (donde a etimologia do nome) e sobretudo no sistro medieval. Com potencialidades muito interessantes e ricas (12 cordas afinadas aos pares) pode tocar ao mesmo tempo melodia e o acompanhamento. Sem literatura artística muito elevada em comparação com outros instrumentos, a guitarra tem-se imposto com possibilidades de virtuosismo solístico de categoria na música erudita. Em Portugal é o instrumento acompanhador do fado (e de outras canções populares) aliando-se à viola em agradável equilíbrio estético. Muitas das letras do fado de Lisboa se lhe referem com carinho e poder sugestivo, como também no fado de Coimbra (outro estilo de fado, radicado tradicionalmente na Academia de Coimbra). Cantava assim Hilário, a mais famosa voz do fado coimbrão: "eu quero que o meu caixão/tenha uma forma bizarra/a forma de um coração/a forma de uma guitarra".

Luís Sá Cunha, in Portugalbum 55 quadros, Para conhecer Portugal e o seu povo

Quarta-feira, 30 de Abril de 2008

Palácio da Mitra

Inesperadamente, o palácio não tem vestíbulo, pois passada a porta continua-se a subir escadas, algo estreias e modestas. De repente, num manifesto e brilhante exercício do efeito surpresa, tão grato a certo barroco erudito, eis-nos no imenso vão da parte nobre da dupla escadaria, uma das mais espectaculares de Lisboa. Entre nós, esse espaço intermédio entre a rua e o silêncio da casa sempre foi aquele onde o barroquismo pôs todos os cuidados. Lisboa conhece alguns exemplares notáveis. Este da Mitra é um deles.
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in "Lisboa, um passeio a oriente"

Segunda-feira, 21 de Abril de 2008

Antiguidades I

Leiteira Yongzheng

Quarta-feira, 16 de Abril de 2008

Pormenores I

Mosteiro de Sta. Maria da Vitória da Batalha
Cúpula da Capela do Fundador